No Reino de Deus muitas coisas andam de mãos dadas. Há duas, em particular, que creio que estão intimamente relacionadas: a graça de Deus e sua paternidade.

No Antigo Testamento, Deus não havia sido revelado como Pai, apenas como Deus. Jesus era o único filho e quando veio à terra, trouxe a revelação de Deus como Pai e nos deu a condição de filhos desse mesmo Pai.

Quando Jesus apareceu a Maria Madalena após sua ressurreição, ele disse a ela: “vai a meus irmãos e diz-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” (João 20.17).

Jesus também veio revelar a graça de Deus a toda humanidade. João, o discípulo amado, nos disse que “o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai” (João 1.14) e, “a lei foi dada por meio de Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo” (v. 17).

Ser filho de Deus não é algo que simplesmente entendemos pela razão. É uma verdade revelada a nós. Da mesma forma, a graça. Ela nos é revelada por Jesus, através do seu Espírito, ao nosso coração.

O apóstolo Paulo nos disse: “porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai” (Gálatas 4.6) e também, “mas recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai” (Romanos 8.15).

Creio que há uma íntima relação entre a nossa compreensão de Deus como Pai e nossa compreensão da sua graça. Noutras palavras, eu consigo ver a Deus verdadeiramente como Pai, à medida que vou conhecendo sua graça e, da mesma forma, consigo compreender e conhecer a graça de Deus, à medida que me relaciono com ele como meu Pai.

Para alguns, isso soa mais difícil, porque associam Deus à imagem de seu pai terreno, que pode ter sido alguém ausente, ou muito cruel, ou alcoólatra, ou indiferente ou até mesmo um ser totalmente desconhecido.

Mas é o Espírito Santo quem clama dentro de nós: “Aba, Pai!” E esse mesmo Espírito é poderoso para curar qualquer ferida, ausência ou desamparo por parte do pai terreno e nos fazer olhar para Deus como um Pai perfeito, que jamais abandona seus filhos, que nos ama de verdade e que cuida de nós. Assim, vamos conhecendo seu amor e sua graça como nunca conhecemos antes e nossa fé vai crescendo e amadurecendo.

A Deus seja toda a glória!

Independência ou Morte, Quadro de Pedro Américo (1888), Museu Paulista

Todos conhecemos o famoso grito de D. Pedro I: “Independência ou Morte”. O Príncipe Regente desejava a independência política do Brasil em relação a Portugal e às margens do Ipiranga bradou a célebre frase. Olhando para o título do artigo, alguns talvez pensem que até me enganei.

Ao longo da história, dezenas de povos buscaram sua independência. Uns a obtiveram de forma mais pacífica, outros travaram guerras sangrentas para alcançá-la. É o anseio do ser humano. Mesmo na vida pessoal, queremos a independência. Jovens desejam a independência financeira dos pais, empregados deixam uma empresa e montam seu próprio negócio, buscando a independência profissional, e assim por diante.

Tudo isso é bom, sem dúvida. Mas há uma independência que o ser humano jamais deveria buscar: a independência de Deus. Essa foi justamente a semente plantada por Satanás no coração de Adão e Eva no Jardim do Éden há milhares de anos. Desde então, a raça humana vive nessa busca.

Paulo, o apóstolo, disse que dentro de nós há uma luta entre a nossa carne e o Espírito. A carne à qual ele se refere não diz respeito à sexualidade, como pensam alguns, mas sim à nossa natureza humana decaída. Noutras palavras, há uma luta dentro de nós entre vivermos independentes de Deus ou dependermos dele.

Muitas vezes somos ensinados a depender de Deus na hora de fazermos escolhas e tomarmos decisões com relação à carreira profissional, a um novo emprego, à pessoa com quem casar, à compra de uma casa, etc. Não há nada de errado nisso. Mas há algo mais profundo com relação à dependência de Deus. Tem a ver com nossa caminhada diária. É a dependência de Deus para vencer o pecado, as trevas e esse mundo.

Estamos em constante luta nessas três esferas e somente na dependência do Espírito Santo é que podemos alcançar a vitória e vivermos a vida abundante que Jesus disse que veio nos dar. Não há vida abundante se não dependemos inteiramente da graça de Deus. Não há o fruto do Espírito se dependemos do esforço humano. Esse é um contínuo desafio para nós.

Paulo nos exortou a não seguirmos o padrão de pensamento desse mundo (Romanos 12.2). Tristemente, a Igreja tem sido influenciada por esse padrão, que busca status, prestígio, fama e poder, que busca a aceitação em função do que é visível exteriormente, seja a beleza física, seja o nível social. Há na Igreja uma busca por sucesso e conquista que não tem nada a ver com o que Deus pensa a respeito e isso tem gerado uma enorme insatisfação, ansiedade e culpa no meio do povo cristão.

Para Deus, o verdadeiro sucesso é a nossa total dependência da graça dele. O resto é ele quem faz. Como brasileiros, celebramos agora 191 anos de independência de Portugal. Mas, perante Deus, não clamamos por independência, pelo contrário, clamamos por mais dependência dele a cada dia. Somente assim somos livres de verdade.

A Deus seja toda a glória!



Há um ditado popular que diz que “Deus escreve certo por linhas tortas”. Não vou discutir aqui se tal adágio está teologicamente correto ou não, mas não há dúvida de que as coisas no Reino de Deus não funcionam segundo a lógica humana.

Uma dessas coisas é a graça. Segundo a lógica humana, os fortes e valentes merecem um grande prêmio pelas suas façanhas, enquanto os fracos merecem um lugar inferior. Assim, muitos homens se gabam de suas conquistas e se sentem superiores aos demais.

Mas Deus parece ter um prazer especial em desafiar a lógica humana. Por isso Jesus andou na companhia de pessoas de reputação duvidosa (aos olhos humanos) ao invés de se afastar delas, como faziam os fariseus. Por isso o salmista disse que: “[Deus] levanta do pó o pobre, e do monturo ergue o necessitado, para o fazer sentar com os príncipes, sim, com os príncipes do seu povo” (Salmo 113.7-8).

A lógica humana diz: “Deus tem que me abençoar porque sou um bom cristão, dou dízimos, sou admirado pela minha espiritualidade, sou líder de um ministério, tenho um bom comportamento”. Deus diz: “tudo o que faço, faço porque amo o ser humano. As bênçãos que derramo, derramo por causa da minha graça”. Não há mérito nosso no que recebemos de Deus, os méritos são inteiramente de Jesus.

Quando pensamos em como Deus trata o orgulho, muitas vezes achamos que ele faz com que o orgulhoso passe por uma situação de constrangimento, por uma dura provação ou por perdas. Cremos que Deus “castiga” o orgulhoso dessa forma para que se torne humilde. Mas há um “castigo” de Deus muito maior para o orgulhoso, que é a graça. “Como assim?”, alguns podem perguntar. “Não é justamente o contrário?”

O orgulho leva o ser humano a achar que ele é bom e merecedor da bênção divina. Aí vem Deus, pega alguém lá debaixo e o levanta mais alto do que o orgulhoso e lhe mostra que a graça dele é muito superior ao orgulho humano.

Em 1936, durante os Jogos Olímpicos de Berlim, um atleta negro americano conquistou a medalha de ouro em quatro das principais modalidades do atletismo, incluindo as provas de 100m e 200m rasos. Hitler teve que engolir seco e colocar no bolso o seu orgulho ao ver Jesse Owens subir no lugar mais alto do pódio e deixar para trás os competidores que o líder nazista considerava serem de uma raça superior.

A graça é como um tapa na cara do orgulhoso. Paulo disse que o Evangelho do Cristo crucificado era um “escândalo para os judeus e loucura para os gentios” (1 Coríntios 1.23). Escândalo para os judeus e para os orgulhosos, mas demonstração de graça para os que creem. Para os orgulhosos, a graça e a cruz são inaceitáveis, pois ambas expõem a fraqueza humana e os orgulhosos tentam o tempo todo esconder sua pecaminosidade. Por isso a graça lhes soa como um castigo.

A boa notícia é que se a graça é um castigo para os orgulhosos, ela também é cura para os de coração quebrantado. A graça é a esperança para os que sofrem, para os que se sentem angustiados, para os que não veem uma luz no fim do túnel. Para esses, Deus diz: “Creia na minha graça, confie no meu amor. Não olhe para a aparência de sucesso de muitos ao seu redor nem para o aparente fracasso que você pensa sobre si mesmo, mas olhe para Jesus”.

A graça de Deus é a coisa mais incompreensível que há no Universo. Creio que é por uma razão: ela tira de nós qualquer possibilidade de mérito e de glória nossa. O agir da graça dá a Deus toda a glória, por isso é tão difícil compreendê-la e por isso ela é tanto escândalo quanto a própria cruz.

A Deus seja toda a glória!



Há muito que os cristãos debatem o tema Fé versus Política. Em época de eleições, o tema invariavelmente vem à tona. Aproveitando o ensejo, vou falar sobre Fé e Democracia.

Na Escola, nas aulas de História, estudamos um pouco sobre a Democracia. Aprendemos que esse tipo de governo foi instituído na Grécia Antiga e que o termo teve sua origem na língua helênica, formado por dois radicais: demos, que significa povo, e kratos, que é poder. Daí surge democracia, o governo do povo. Além disso, ouvimos que a definição de democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo*.

Nesse ponto, o leitor deve estar imaginando ler um arrazoado sobre a fé, ou talvez mais precisamente sobre a posição do cristão perante a política, o que seria bastante pertinente no momento atual. Mas não vou falar exatamente sobre esse assunto, e sim, aproveitar e fazer um paralelo com a vida cristã.

Nos dias atuais, parece que a igreja tomou emprestado o termo que mencionei acima e criou uma nova definição para o Evangelho. Se a democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo, muitos líderes cristãos têm criado o Evangelho do homem, pelo homem e para o homem.

Na democracia, o governo é do povo, isto é, os governantes são originários do próprio povo, ao invés dos regimes monárquicos absolutistas, em que os governantes são originários da nobreza, geralmente de forma hereditária.

Para parte da igreja hoje, o Evangelho é do homem, já que Jesus não é mais o centro e sim, o homem. Nesse Evangelho, o homem é a fonte de sabedoria e não a Bíblia. As pregações são inspiradas nos livros e textos de autoajuda e as mensagens contaminadas pelo humanismo.

Em segundo lugar, na democracia, o governo é pelo povo, já que, na teoria, pelo menos, é exercido pelo próprio povo, pelo cidadão comum, diferente de um regime totalitário, onde o governo é exercido por uma minoria restrita, às vezes por uma única pessoa, deixando o povo completamente de fora das decisões, que no final afetam a vida diária de cada um.

O Evangelho pelo homem é aquele em que tudo é feito pelo homem. Não há mais a dependência de Deus, já que o Criador é apenas um coadjuvante, alguém que é visto como o gênio da lâmpada mágica, pronto para satisfazer os caprichos de cada um.

Em terceiro e último lugar, democracia é o governo para o povo, ou seja, os governantes devem trabalhar para garantir o bem-estar e a segurança do povo.

O Evangelho de hoje é para o homem, visando seu conforto e sucesso. Não é mais o Evangelho do arrependimento, da rendição a Deus e da submissão ao senhorio de Jesus. É o Evangelho da busca a Deus para que ele conceda riquezas, saúde, prosperidade, “poder”, para que as ofertas aumentem, para que as ambições dos líderes sejam satisfeitas. Não há mais oração de quebrantamento, de contrição. Não há mais oração clamando a Deus por misericórdia.

O Evangelho para o homem tem como finalidade acalentar o ego do homem. Crê-se que Deus é um grande bonachão e distribuidor de dádivas para aqueles que descobriram a chave da fé, que encontraram o segredo das “bênçãos divinas”.

É o Evangelho que distorce as Escrituras, que leva pregadores a utilizarem textos da Palavra (sempre fora do contexto) para ensinar algo contrário ao que Deus nos deixou registrado na Bíblia. É o Evangelho dos que vivem como inimigos da cruz de Cristo, como disse Paulo (Filipenses 3.18).

Mas há o Evangelho verdadeiro, de Jesus, e a única maneira de viver esse Evangelho é reconhecendo nossa total dependência da graça de Deus, nos chegando a ele com um coração quebrantado e contrito. Não há atalhos. É o Evangelho dos que aceitaram o desafio de tomar a sua cruz dia após dia e seguir o Mestre. É o Evangelho dos que se recusam a buscar a própria glória e desejam ver a glória de Deus manifesta através das suas vidas.

A Ele seja toda a glória!



*N.A.: a frase é atribuída ao ex-presidente americano Abraham Lincoln, em seu discurso de Gettysburg, em Nov/1863, durante a Guerra da Secessão (Guerra Civil Americana).



Nós, seres humanos, somos obstinados por natureza. Temos a tendência de querermos resolver tudo da nossa própria maneira, no nosso tempo, sempre curto, e usando os nossos próprios meios.

Parece que à medida que a humanidade “progride”, essa atitude se acentua. Isso porque o desenvolvimento tecnológico permite soluções mais rápidas para os problemas do dia-a-dia. Há não muito tempo, quando queríamos entrar em contato com alguém que estava muito distante (geograficamente), havia duas opções: (1) via telefone, que nem sempre era viável, fosse pela ausência da linha ou pelo custo ou, (2) via carta, que era enviada pelo correio e levava até uma semana ou mais para chegar ao destino e ainda tínhamos que aguardar outro tanto para recebermos a resposta.

Os tempos mudaram, e muito. Hoje, em qualquer lugar que estivermos, basta um toque no teclado de um pequeno aparelho chamado telefone celular, e em frações de segundo estamos falando com alguém do outro lado do mundo. Se o telefone for uma alternativa cara, podemos usar os serviços via internet, de mensagem instantânea, de texto, de voz, de imagem, tudo on-line, ao vivo.

Há um século, uma travessia transoceânica levava dias e dias e o único meio era o navio. Hoje, precisa-se de algumas horas, de avião. Há anos, para que alguém, trabalhando honestamente, construísse um patrimônio razoável, eram necessárias algumas décadas, ou seja, se alguém começasse a trabalhar por volta dos vinte anos de idade, teria alguma coisa quando chegasse aos cinquenta.

Hoje, os jovens esperam ganhar em apenas cinco anos o que seus pais levaram vinte, trinta ou quarenta. E mais, esperam ganhar uma quantidade muito maior de dinheiro e trabalhando muito menos, apenas aplicando princípios do capitalismo moderno.

Hoje em dia, nada de se esperar, nada de se plantar para colher no longo prazo, nada de se construir algo sólido, apenas buscar resultados imediatos, retorno rápido, quase instantâneo. E esse mal tem atingido a Igreja de Jesus em cheio, e as nossas vidas também. Achamos que com Deus tudo também se processa dessa mesma forma. Esquecemo-nos do que a Palavra nos mostra do começo ao fim.

Desde o momento em que Abraão foi chamado e recebeu a promessa de ter uma grande descendência, até o nascimento de Isaque (o filho da promessa), passaram-se vinte e cinco anos. Com Moisés o tempo foi ainda maior. Aos quarenta anos de idade, ele tentou exercer seu chamado para libertar o povo de Israel (Atos 7.23-25), mas foram necessários outros quarenta anos para que estivesse preparado pelo Senhor para tal tarefa.

Davi foi ungido rei quando ainda era adolescente, mas somente subiu ao trono quando tinha trinta anos de idade. Com José, não foi muito diferente disso, desde os sonhos que teve com sua família até se tornar governador do Egito.

Hoje, queremos tudo rápido. Não queremos esperar por nada da parte do Senhor. Vivemos numa grande agitação. Nada pode parar, pensamos. A roda tem que estar girando sempre, e em alta velocidade. Temos que estar em quinta marcha o tempo todo. Achamos que Deus depende de nós e da nossa rapidez da mesma maneira como as empresas assim crêem com relação aos seus negócios.

Não temos nem tempo para orar e esperar no Senhor a resposta, pois até isso é visto como desperdício de tempo. Parece que o futuro da humanidade depende muito mais do nosso esforço, da nossa agilidade, da nossa pressa, do que da onipotência de Deus, da sua graça e da sua soberania. Confundimos avivamento com agitamento.

Tento imaginar como Deus vê tudo isso. Procuramos dar um ar de espiritualidade a tudo o que fazemos dessa maneira. Tentamos justificar nossa impaciência e dizemos que Deus tem pressa, quando na realidade a pressa é nossa.

Abraão e Sara experimentaram isso e de uma maneira que certamente não foi a ideal. Dada a demora no cumprimento da promessa da parte de Deus sobre a vinda de um herdeiro, Abraão e Sara resolveram do seu próprio jeito, gerando Ismael do ventre de Hagar, a serva de Sara. O resultado, todos nós sabemos, está nas páginas dos jornais até hoje.

Podemos ainda, por vezes, achar que nossos planos estão caminhando bem, da maneira como Deus quer. Quando Ló se separou de Abraão, ele provavelmente cria que estava sendo muito abençoado, pois foi para uma região de terreno fértil (naquele tempo vivia-se da agricultura e a fertilidade da terra era de suma importância). Talvez no início tudo corresse bem. É possível que Ló pensasse que estava no caminho certo e que Deus não poderia ter-lhe feito melhor. Mas, o final da história foi triste, Ló não só perdeu os bens materiais, como também perdeu a esposa e as filhas se corromperam.

Muitas vezes vivemos situações incompreensíveis que não fazem o menor sentido, pelo menos para nossa ótica, lógica e racional. Então, queremos partir para a nossa própria solução. Mas, resolver nossos problemas da nossa maneira pode resultar em problemas ainda maiores.

Em muitas dessas ocasiões, Deus está trabalhando em nossa vida porque quer cumprir seu propósito para conosco. É aí que entramos em conflito. Tentamos por diversos meios uma solução, mas nada funciona. Creio que a resposta para isso é simples: ninguém ganha de Deus. Não é a nossa presunção, as frases chavões que recitamos, os versículos que usamos e que encaixamos bem na nossa vontade própria, nossa “esperteza” ou os “macetes” espirituais a que nos acostumamos que irão trazer algum resultado, a menos que o resultado esperado não seja necessariamente vindo de Deus.

Mas, se o nosso desejo é verdadeiramente agradar a Deus com a nossa vida e se queremos ser como Davi, homem segundo o coração de Deus, então temos muito que aprender e sentiremos em nossa própria pele esta realidade: ninguém ganha de Deus. Quando o buscamos de todo o coração, ele trata a nossa vida, nos mostra as nossas mazelas, nosso pecado, nosso orgulho, nossa ganância e trabalha em nós para produzir seu precioso fruto, fruto que vem de um coração quebrantado e contrito ao qual nosso Pai nunca despreza (Salmo 51:17).

Se quisermos alcançar a vitória que Deus tem para nós, só nos resta uma alternativa: deixar que Ele nos vença, porque ninguém ganha de Deus.

A Deus seja toda a glória!

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